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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Às vezes o tempo vem logo após...


Às vezes pairo no ar como a fumaça de um cigarro
Tento ter paz até chegar às estrelas
Todo percurso da mente vaga em uma viagem por portas abertas
Canais ligados por única imaginação
Onde não há limites para inspiração da alma em ascensão

Loga após, eu volto para o deserto mais perto que há dentro de mim
Tudo esconde-se pelos cantos
Estou em meu casulo
Até a esperada hora em que voarei sem asas mais uma vez

O tempo descança até às horas abertas
O morto retorna a vida atual
O canto maldito trás como tormenta
O silêncio das almas em presente astral


Warner Araújo.
24/09/08.

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